domingo, 10 de junho de 2012

Nissan March

Após anunciar que o compacto popular japonês March custará menos de R$ 30 mil em sua versão de entrada, a Nissan revelou, nesta quinta-feira, informações adicionais sobre a versão 1.0.

De acordo com a marca, a opção de entrada contará com vários equipamentos de série, como airbag duplo, computador de bordo, ar quente e ajuste de altura do banco do motorista. 

Nissan March 1.0 estará disponível em duas versões de acabamento: 1.0 e 1.0S, que terão também dois pacotes de opcionais. O March 1.0S mais completo custará menos de R$ 35 mil quando as vendas começarem, em outubro. 

A lista completa de equipamentos de série, bem como preços, especificações e detalhes técnicos das versões 1.0 e 1.6 serão divulgados nos próximos dias pela marca.

Nissan 370z




Quando vi o Nissan 370Z amarelo descendo do caminhão que o levou até o Campo de Provas, senti que minha espera seria recompensada. Eu estava na pista desde as 8 da manhã e o carro, filho único importado pela loja Elite Motors, de Campinas, só chegou três horas depois. Enquanto o auxiliar de testes Jorge Luiz Alves manobrava, fiquei contemplando as linhas do esportivo.
O 370Z impressiona com seus faróis e lanternas em forma de bumerangue e a linha de cintura inspirada no irmão GT-R. A área envidraçada remete ao tataravô 240Z de 1969, o primeiro Z da série, mas isso só pude constatar mais tarde, olhando fotos da família.Esperei que os outros profissionais que também usam o Campo de Provas olhassem o 370Z de perto, fizessem aquelas perguntas que normalmente eu não sei responder nessas horas – como quanto custa, qual a potência do motor e quanto faz de 0 a 100 km/h – e entrei no carro para a primeira volta de reconhecimento.

Eu ainda procurava os botões de ajuste do banco (ficam do lado direito do assento) quando, bem na minha frente, vi que o computador de bordo informava: o tanque de combustível estava vazio. Como o posto de gasolina que costumamos usar fica a cerca de 20 km da pista, o 370Z foi colocado de volta no caminhão para ser abastecido. Tive que aguardar mais um pouco para colocar as mãos no esportivo. Mas não esperei o caminhão. No posto de gasolina, mandei descer o carro, dispensei o motorista e assumi o volante do esportivo.

Passava de meio-dia e os sinais de vazio não vinham mais do tanque e sim do meu estômago. Mas, ao volante do 370Z, decidi que poderia almoçar mais tarde. Com a sensação de dirigir o antecessor 350Z na memória, logo me surpreendi com a atitude da nova versão. Engatei a primeira marcha e percebi um carro tenso, pronto para devorar o asfalto. O impulso que senti a bordo do 370Z foi menor que no Nissan GT-R, dono de um V6 3.8 biturbo de 485 cv, mas maior que no 350Z, que contava com um V6 3.5 de 313 cv. No 370Z esse motor foi aprimorado: o deslocamento aumentou de 3 498 cm³ para 3 696 cm³ e o sistema de comando de válvulas foi substituído por um mais eficiente. A potência pulou para 336 cv.

Passei a segunda marcha, a terceira e tive que tirar o pé para não desrespeitar o limite da velocidade permitida nem os outros motoristas, que me olhavam um pouco assustados e muito curiosos, quando avistavam o esportivo se aproximando pelo retrovisor. Resignado, resolvi esperar para desfrutar o 370Z na pista. Mas aguardar agora não seria um sacrifício: eu finalmente me encontrava a bordo do carro e, pelo que havia experimentado até aquele momento, já começava a gostar dele.

Giro elevado - Enquanto dirigia no perímetro urbano, examinei a cabine e me senti bem tratado. A Nissan pôs a mão no bolso e substituiu as hastes de acionamento de luzes e do limpador do para-brisa, que eram as mesmas usadas na picape Frontier, por outras mais ergonômicas. O volante de três raios também ficou com aparência mais leve. E o pedal do acelerador, que era suspenso, passou a ser montado no piso, para proporcionar maior contato com o pé.

Ainda em via pública, mas já na rodovia que vai até a pista de testes, pronto para arriscar um punta-tacco – pisando de leve no acelerador enquanto freava para manter o giro do motor elevado, na reduzida de marcha –, surpreendi-me ao notar que o carro fazia o procedimento por mim. Intuitivamente posicionei meu pé direito para a manobra, mas, assim que pisei na embreagem com o esquerdo, o giro do motor elevou-se sozinho. Eu já conhecia esse recurso em carros equipados com câmbios automatizados, mas em câmbio manual, como era o do 370Z avaliado, essa foi a primeira vez. A Nissan batizou o sistema de Synchro Rev, porque ele sincroniza a rotação do motor nas trocas de marchas, evitando que o giro caia no momento em que o motorista pisa na embreagem. Ele é bastante útil e divertido.Mas pode ser desligado, se o motorista quiser pilotar à moda antiga.

Moderador de apetite - Mais um pouco e, finalmente, chego ao campo de provas. A pista de Limeira tem 4 km de extensão. O traçado é em forma de zero. São duas retas paralelas, com 1 800 m cada uma, e duas curvas de 180 graus, com as faixas externas inclinadas. Dependendo do carro, depois de algumas voltas, esse percurso pode se tornar um tanto quanto monótono. Mas o 370Z não dá essa chance. Arrancando no início da reta, ele chegava ao ponto de frenagem a quase 220 km/h. Nessa hora, quando eu reduzia duas marchas e freava, o Synchro Rev entrava em ação e eu ouvia o ronco do motor, me preparando para contornar a curva.
O 370Z é grudado no chão. Mais colado que o 350Z. Parece um Audi R8. Esse comportamento se deve a algumas mudanças introduzidas no projeto. O 370Z ficou 10 cm mais curto, no entre-eixos, e 3,5 cm mais largo. Além disso, foi submetido a uma rigorosa dieta para perder peso. Segundo a Nissan, os projetistas do 370Z examinaram todos os componentes do esportivo procurando onde cortar gordura. O tanque de combustível, por exemplo, ficou 6,3 kg mais leve. O sistema de escapamento emagreceu 1,7 kg. E as rodas perderam cerca de 3 kg cada uma. A divisão de peso entre os eixos é bem equilibrada: 53% na dianteira e 47% atrás. E o centro de gravidade foi rebaixado em 1,5 cm, graças ao reposicionamento do motor.

A direção é bastante direta. O motorista sente nas mãos o peso das rodas e também os estímulos que o asfalto devolve, segundo a lei física de ação e reação. A suspensão, por sua vez, é firme sem se tornar desconfortável. O conjunto segura bem a carroceria nas curvas, nas frenagens e nas arrancadas. Mas no asfalto liso, em velocidade de cruzeiro, o 307Z poderia ser comparado a um cupê de luxo.

A evolução do 370Z em relação a seu antecessor foi traduzida nos números dos testes de ambos na pista. Nas provas de aceleração de 0 a 100 km/h, o tempo baixou de 6,9 segundos, conseguido pelo 350Z manual testado em 2004, para 6,3 segundos. Para frear, enquanto o 350Z precisava de 24,9 metros, vindo a 80 km/h, o 370Z gastou apenas 22,6 metros. E, nas medições de consumo, as médias, que eram de 5 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada, aumentaram para 5,3 e 10,6 km/l, respectivamente.
O 370 reedita com fidelidade o conceito que deu origem à série Z, que preconiza um carro capaz de proporcionar uma real experiência esportiva por um preço acessível (menor que o dos esportivos alemães). Nos Estados Unidos, o 370Z custa entre 30 000 e 45 000 dólares, dependendo da versão (incluindo as recém-lançadas Nismo e Cabriolet). A unidade mostrada aqui é completa. Tem seis airbags, ABS, sensores de pressão nos pneus, sistema de som de alta-fidelidade e o kit Sport que inclui o sistema Synchro Rev. Seu preço: 270 000 reais, 74 100 reais mais caro que o 350Z importado oficialmente e que ainda é comercializado no Brasil. Perguntada sobre o 370Z, a Nissan diz não ter planos de trazer o carro tão cedo. A produção da fábrica de Tochigi, no Japão, deve atender antes os mercados de maior volume, ou seja: japonês, americano e europeu.

Depois do teste, lembrei que ainda não havia almoçado. Dizem que adrenalina é um eficiente moderador de apetite. Mas, de qualquer modo, resolvi almoçar, deixando o esportivo aos cuidados do
fotógrafo. Já estava escuro quando o caminhão retornou para apanhar o 370Z. Minha última tarefa foi colocar o carro sobre a plataforma, com o motorista orientando a manobra. “Pode parar. Engata, puxa o freio de mão e desce a rampa como o presidente da república faz todo dia”, disse o senhor Pereira, com a plataforma ainda inclinada. Hora do descanso para nós. Para mim e para o 370Z.

sábado, 28 de abril de 2012

Lamborghini urus suv


China: Salão Internacional do Automóvel de Pequim 2012 mostra a estréia do conceito SUV Lamborghini Urus

Captiva

Fim de ano, férias, hora de arrumar as malas e colocar o pé na estrada, ou melhor, o Chevrolet Captiva na estrada. O utilitário-esportivo da montadora americana reserva espaço a bordo para a família poder viajar sem preocupação com as bagagens e com o conforto. De design atual e interessante pelas linhas modernas e harmônicas, o modelo passou por facelift no primeiro semestre deste ano. Além disso, o rival do Honda CR-V e Hyundai ix35 aposentou o motor V6 3.6 e passou a usar o V6 3.0 VVT de 286 cv (7 cv a mais do que a linha anterior) - este propulsor equipa a versão topo da gama 
(Sport V6 AWD), avaliada pelo ZAP Carros
.O propulsor de seis cilindros é forte como um gladiador e, de forma silenciosa, revela seu desempenho arisco ao ser provocado pelo pedal da direita. O som vindo do capô instiga o motorista a acelerar cada vez mais. Porém, este deve ter cautela, já que o modelo não é um superesportivo e geralmente está ocupado por familiares (inclusive crianças). Mesmo assim, ele agrada bastante quem fica atrás do volante.
No entanto, por sugerir esportividade, o Captiva deveria ter a opção de hastes atrás do volante para a troca de marcha de modo manual, já que a configuração testada (a mais cara), assim como as outras (Sport Ecotec, Sport V6), só são oferecidas com transmissão automática de seis velocidades. O sistema até permite a troca sequencial na própria alavanca, mas não é a mesma excitação.
O propulsor, abastecido somente com gasolina, desenvolve 286 cv de potência a 6.950 rpm e seu torque é de 30 kgfm a 5.100 rpm - muito bom, para um modelo de quase duas toneladas. É nítido que seu peso não atrapalha seu desempenho. Toda essa esportividade tem um preço alto, principalmente quando se avalia o gasto com combustível.
O motor V6 consome muito, porém neste modelo há o sistema chamado “Eco Mode”, que proporciona uma troca de marchas com maior economia de combustível. De acordo com a marca, o utilitário-esportivo faz na cidade 8,2 km/l. Na estrada, o consumo passou para 12,8 km/l . Com o ‘Eco Mode”, o motorista pode economizar até 5 %, segundo a GM.

O SUV da marca norte-americana é grande e na hora de estacionar toda tecnologia é bem-vinda, como a câmera de ré (que mostra imagens pelo retrovisor interno) - item de série no modelo. No entanto, para ficar ainda melhor, o sensor de estacionamento com sinal sonoro complementaria o serviço.

O único pênalti do modelo é em relação à suspensão. Rígida em excesso, os passageiros (principalmente) dos bancos traseiros sofrem bastante com os locais esburacados. Dependendo do tipo de depressão no asfalto, os ocupantes são chacoalhados a tal ponto de incomodar.
Com preço sugerido de R$ 100.774, esta configuração é equipada de série com alarme, vidros e travas elétricos, air bags, faróis de neblina, sistemas eletrônicos de estabilidade e de tração, freios ABS, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, volante com regulagem de altura e profundidade, bancos de couro, ar-condicionado com controle automático e rádio com leitor de MP3 e entrada USB, entre outros itens.

Tiguani


O novo Tiguan vem para inovar na Volkswagen. É o segundo melhor da linha SUV, e o primeiro no segmento “A SUV”.
Desde que começou a ser vendido, em 2007, o Tiguan já acumula 600 mil unidades vendidas. No teste de colisão, o carro ganhou 5 estrelas, talvez por isso faça tanto sucesso.
Tranquilidade de sobra para dirigir, e potencia também. Um motor 2.0 Turbo TSI 16 válvulas, que atinge 200 cv de potência a 5.100 rpm e 28 kgfm de torque entre 1.700 e 5.100 rpm, com injeção direta de combustível, o que aumenta o desempenho.
Dentro do Tiguan, todos, não só o motorista, tem espaço de sobra para se esticar. Tugo garantido por bancos reajustáveis e com um bom espaçamento entre eles.
Mas o destaque do Tiguan está no Park Assist, um sistema ótimo para estacionar o carro. Para usa-lo é simples: Caso encontre uma vaga, apenas acione o botão do sistema. O sensor do Tiguan verifica se o espaço está correto e o motorista posiciona o carro a frente. Se estiver adequado, basta tirar a mão do volante, apenas engate a ré antes e deixe o carro fazer o serviço. Mias um recurso impressionante daVolkswagen.
Como opção, o motorista pode colocar as câmeras de ré, para saber em qual direção o carro esta indo.
Presente des da versão 2011, o sistema foi aprimorado, e o Tiguan 2012 vem com uma nova versão do sistema: O Park Assist II. O carro agora consegue parar em vagas perpendiculares e paralelas, como em um Shopping. Comodidade que faz valer o preço do Tiguan.
Outra novidade do Tiguan é o radio com toque sensível (touch screen), que mostra os comandos do Park Assist e mostar as informações do ar condicionado.
preço do Tiguan é baixo,se levarmos em conta a tecnologia de outro mundo que o carro possui .
Um carro totalmente completo, além do conforto até exagerado. Sem preocupações pra estacionar, o Tiguan garante levar seu motorista da melhor forma possível. Mais um grande carro da Volkswagen.

Passat cc


A Volkswagen vem com tudo este ano. Comemorando seus 59 anos de atuação no País, a marca já somou mais de 19 milhões de veículos produzidos, superou 2,8 milhões de unidades exportadas para mais de 60 países e a quantidade de carros vendidos no mercado interno chega a 16 milhões. E os investimentos não param. O presidente do grupo no mundo, Martins Winterkorn, anunciou o aporte de R$ 8,7 bilhões até 2016 para desenvolvimento de novos produtos.
Outra revelação é o apoio publicitário do jogador Neymar, do Santos, garoto-propaganda da VW até 2016, que usará no seu dia a dia um modelo Touareg. Fontes indicam que as negociações giram em torno de R$ 5 milhões.
Em ritmo de festa, a Ceará Motor dá o seu apoio divulgando os diferenciais do novo Volkswagen CC, o Passat que perdeu o nome, mas continua mais Passat do que nunca. A estrutura e o conjunto mecânico permanecerem os mesmos – a única versão que nós teremos é a topo de linha, V6 3.6 com câmbio DSG e tração integral –, o novo pacote do CC sofreu sutil realinhamento de conceito. O Volks ficou mais 

sexta-feira, 27 de abril de 2012